Um dia, o Thomas pegou “O Risco e o Fio” dele e me perguntou: “Mãe, pode desenhar nesse livro?”. Eu respondi: “Claro!”, feliz com o efeito de contágio. E ele se empolgou mesmo com a ideia de ser coautor do livro, quis até acrescentar páginas e no final tinha que ter a foto dele. Desenhou uma caixa como a da minha foto e me pediu pra desenhar ele dentro, com a língua de fora, não me perguntem por quê.





Adorei! Queria fazer isso com os meus alunos também! Eles iam amar!
Pede pra escola comprar um livro pra cada criança, rá, rá!
Ou então, quem sabe elas não fazem os próprios livros? Uma página pra riscar o errado, outra pra testar riscar à toa, outra pra se empolgar e se divertir, e uma última onde os riscos se transformam em algum desenho… Sei lá, foi só uma ideia que me ocorreu. bjs
Ah, e podia também ter uma capa e no fim um “sobre o(a) autor(a)”. Se fizer, me fala! bj
Como te falei, o livro é uma obra aberta, feita para isso mesmo. Agora se ele fizer isso com outros livros de arte… 😉
Mas acho que ele entendeu bem que é esse que tem espaço pra intervenção, os outros (até agora) estão ilesos. O mesmo com a estante. Quando liberei pra ele desenhar nela, o meu medo é que ele ia achar que a casa toda era uma grande folha de papel, mas os riscos têm se concentrado na estante mesmo. Arriscando!